Verso 1 Caminhando pelas ruas, a cidade não para, Sons de buzinas, vida que dispara. Grafite na parede, arte na calçada, Sonhos de quem luta, jornada sagrada. Passos apressados, o tempo é escasso, Gente na correria, cada um com seu laço. Ponte sobre o rio, luz que reflete, Histórias de quem vive, a vida que se mete. Refrão Na selva de pedra, eu sou o guerreiro, Ritmo urbano, batida de um coração sincero. Entre becos e praças, busco a verdade, Na vida urbana, encontro minha identidade. Verso 2 Ratos nas favelas, mas a esperança não morre, Mentes criativas, o futuro se socorre. Empreendedores, quebrando os estigmas, No asfalto quente, brotam os sonhos e rimas. Sorriso da criança, que joga na rua, Um dia ela brilha, a vida continua. Luz do poste ilumina, sombras na calçada, Histórias de resistência, cultura tão marcada. Refrão Na selva de pedra, eu sou o guerreiro, Ritmo urbano, batida de um coração sincero. Entre becos e praças, busco a verdade, Na vida urbana, encontro minha identidade. Verso 3 No meio da poeira, vejo a beleza, De um povo que luta, não perde a firmeza. Música no ar, vozes que ecoam, Na cidade grande, as almas se entoam. Se a vida é um jogo, eu vou jogar sério, Levanto a bandeira, minha alma é o império. Nos versos que rimam, o amor é a missão, Na vida urbana, eu sou revolução. Refrão Na selva de pedra, eu sou o guerreiro, Ritmo urbano, batida de um coração sincero. Entre becos e praças, busco a verdade, Na vida urbana, encontro minha identidade. Outro Caminhos de asfalto, mas eu sigo firme, Nas rimas que faço, o futuro se define. No pulsar da cidade, o som nunca cessa, Vida urbana é luta, é amor, é promessa.