verso 1:
Eu quero acreditar, acreditar no amanhã.
Mas algo me sufoca!
Peço a mim mesmo, que não feche os olhos.
Há mais coisas que o silêncio do escuro.
Não, não feche os olhos,
Você tem em suas mãos no mundo!
Refrão:
Me perdi num mundo que não era mais meu,
loucura universal toma conta e paralisa,
O juízo final acontece todo dia.
verso 2:
Não, não consigo acreditar,
o amanhã pra mim se apagou!
Você inventa desculpas,
afirma que alguém o roubou.
Mas não, olhe para mim! Seja sincero,
diga que não estou certo.
O certo não existe mais,
É descartável como os ideais.
Refrão:
Me perdi num mundo que não era mais meu,
loucura universal toma conta e paralisa,
O juízo final acontece todo dia.
ponte:
Eu quero acreditar, acreditar no amanhã.
O amanhã vai sorrir pra mim.
Vou voltar do imenso vazio,
simples mas não tardio.
Refrão:
Me perdi num mundo que não era mais meu,
loucura universal toma conta e paralisa,
O juízo final acontece todo dia.