As luzes brilham, mas o caminho é escuro,
Tudo parece perto, mas tá tão inseguro.
Rostos familiares, mas sem direção,
Perdido em histórias que nunca dão solução.
Cenas passam rápido, não consigo ver,
Lutando pra acordar, tentando me entender.
Correndo em círculos, sem poder parar,
Os gritos no silêncio, não consigo escutar.
Linhas borradas entre o real e o sonho,
Paredes se fecham enquanto eu componho.
Sem roteiro certo, sem fim definido,
Protagonista preso no próprio conflito.
Explosões no fundo, chamas no olhar,
Heróis caindo, sem chance de lutar.
No enredo, tudo parece brilhar,
Mas a trama se desfaz, sem lugar pra chegar.
Cenas passam rápido, não consigo ver,
Lutando pra acordar, tentando me entender.
Correndo em círculos, sem poder parar,
Os gritos no silêncio, não consigo escutar.
Respostas vazias, como ecos no ar,
Personagens seguem, sem saber onde parar.
Roteiro repetido, final previsível,
Mas dessa vez, o controle é impossível.
Cenas passam rápido, não consigo ver,
Lutando pra acordar, tentando me entender.
Correndo em círculos, sem poder parar,
Os gritos no silêncio, não consigo escutar.
No palco, eles vivem, mas aqui eu sei,
A verdade por trás do que não mostrei.
Sem efeitos especiais, sem ilusão,
As cenas queimadas são a única razão.