(Verso 1)
Olho pro céu, nuvens pesadas, o silêncio é real,
A terra grita em agonia, um sinal final.
Fome, guerra e tempestades, tudo fora do lugar,
A humanidade perdida, sem saber onde andar.
(Pré-refrão)
O relógio não para, o tempo é cruel,
Cada segundo mais perto, o destino é fiel.
Mas há um brilho distante, uma chance talvez,
De encontrar redenção antes que tudo se desfaça outra vez.
(Refrão)
É o fim dos tempos, o começo do fim,
O horizonte escurece, mas a luz está em mim.
Na escuridão, esperança ainda há,
A última chance de mudar o que virá.
(Verso 2)
Chamas consomem o que era vida, o ar é um lamento,
Homens buscam redenção em meio ao sofrimento.
A natureza retaliando tudo o que foi tirado,
E no espelho, a verdade: nós fomos o pecado.
(Pré-refrão)
O relógio não para, o tempo é cruel,
Cada segundo mais perto, o destino é fiel.
Mas há um brilho distante, uma chance talvez,
De reconstruir o futuro antes que tudo se desfez.
(Refrão)
É o fim dos tempos, o começo do fim,
O horizonte escurece, mas a luz está em mim.
Na escuridão, esperança ainda há,
A última chance de mudar o que virá.
(Ponte)
Sete trombetas tocam, o chão começa a tremer,
Os mares se erguem, tentando nos dizer.
Que a escolha é nossa, sempre foi assim,
Salvar o que resta ou ver tudo ter um fim.
(Refrão – Final)
É o fim dos tempos, o começo do fim,
Mas juntos podemos reescrever o que há em mim.
Na escuridão, a chama pode brilhar,
A última chance de lutar e recomeçar.
(Outro)
O fim dos tempos pode ser o despertar,
Se ouvirmos os sinais e deixarmos o amor falar.
Ainda há tempo, mas não para esperar,
Que o futuro seja escrito com coragem de mudar.