(Intro)
Verso 1
Sinto o ritmo na pele, é o tempo que me chama,
O pulso vibra forte, enquanto o mundo inflama.
Cada batida é um grito, que não pode ser calado,
No peito um tamborim, ecoando meu passado.
É o relógio da vida, marcando sem perdão,
Correndo contra as horas, nessa contradição.
O asfalto quente clama, meus passos são refrão,
Cicatrizes são memórias, gravadas na canção.
[Pré-Refrão
Cada gota de suor, é a prova que vivi,
Enquanto o pulso bate, sei que ainda tô aqui.
Na batalha com o destino, não há como fugir,
Cada segundo conta, é o pulso que diz.
[Refrão
O pulso, pá, pá, não pode parar,
É o som da vida, que me faz respirar.
O pulso, pá, pá, no peito a vibrar,
Enquanto ele bate, eu não vou recuar.
[Verso 2
A esquina traz sussurros, histórias de ilusão,
O pulso é resistência, negando a rendição.
Na calada da noite, é silêncio e explosão,
O coração reclama, mas não perde a razão.
A caneta desenha versos, como quem busca alívio,
O pulso me guia firme, mesmo em chão escorregadio.
É luta e poesia, é o caos do meu equilíbrio,
Caminhando contra a maré, com passos intuitivos.
[Pré-Refrão
Cada lágrima caída, me ensina a resistir,
Enquanto o pulso bate, não vou deixar cair.
No compasso dessa vida, eu continuo a seguir,
Cada segundo pulsa, eu vivo pra sentir.
[Refrão
O pulso, pá, pá, não pode parar,
É o som da vida, que me faz respirar.
O pulso, pá, pá, no peito a vibrar,
Enquanto ele bate, eu não vou recuar.
[Ponte
O pulso é verdade, pulsação de quem não cansa,
Cada erro, cada acerto, molda minha dança.
Se a vida desafia, eu respondo com esperança,
No compasso desse pulso, a minha fé avança.
[Refrão Final
O pulso, pá, pá, não pode parar,
É o som da vida, que me faz respirar.
O pulso, pá, pá, no peito a vibrar,
Enquanto ele bate, eu não vou recuar.